é hora de ser mais pinel!

Ao cursar o último ano do curso de Secretariado Executivo, escolhi para o Relatório de Estágio o tema Inteligência Emocional. Após estar longo tempo envolvido com este assunto, acabei encontrando um outro chamado Programação Neurolingüística. Usei os dois assuntos para desenvolver meu estágio e concluir a faculdade. Gostei tanto do assunto que pensei em dar uma contribuição para a divulgação de algo tão importante que relativamente poucas pessoas conhecem. Montei esse blog com a proposta de relacionar os dois temas, PNL e IE, que embora tenham histórias diferentes, possuem muito em comum. Com o material que obtive durante minha pesquisa, consegui subsídios para essa empreitada. E aí está: O primeiro blog a reunir Programação Neurolingüística (PNL) e Inteligência Emocional (IE) em um só lugar.

brainEspero que seja de grande utilidade para quem busca o autoconhecimento e um mundo melhor.

Críticas construtivas e sugestões são bem vindas!

Colabore com a melhoria deste espaço!

Considerações estatísticas

Mesmo depois de um longo tempo sem inserir conteúdos no blog, tenho percebido que ele continuou a atrair visitas esparsas, principalmente vindas de mecanismos de buscas. Essa constatação pode ser vista através das  estatísticas nativas do WordPress, apresentadas nas figuras abaixo e dos downloads efetuados de arquivos em links aqui no blog. Em março por exemplo, tivemos 26 downloads, em abril 22, e em maio 14 até o momento, totalizando 62 downloads.

Nestas visitas, o arquivo pdf “A vida inteligente” teve 6 descargas, o arquivo “Inteligência Emocional – Daniel Goleman” teve 20 descargas, o arquivo “Prazer em conhecer-se” teve 13 descargas, os arquivos “Treinando a emoção para ser feliz” e “Como expandir sua inteligência” obtiveram alcançaram 8 descargas cada um, e o arquivo “Momentos mágicos em sua vida” teve 4 downloads.

Estatisticas de outubro de 2008 a maio 2010

Estatisticas de outubro de 2008 a maio 2010

Páginas mais visitadas do Pinel

São números modestos, mas que mostram uma atividade regular no blog. Desta forma pensei seriamente em retomar as rédias deste espaço que está praticamente abandonado.

Aguardem por novidades!

Que tal levar a emoção mais a sério?

ip353_inteligencia_emocional10 Sugestões para trabalhar com a Inteligência Emocional

DEZ CAMINHOS PARA TRABALHAR INTELIGENTEMENTE

1 – Corpo saudável, mente saudável – mantendo bons hábitos de saúde você terá mais energia e disposição para realizar suas atividades.

2 – Seja um mediador confiável – mantenha um diálogo aberto e franco com as pessoas ao seu redor.

3 – Demarque limites emocionais – mantenha um bom envolvimento emocional com as pessoas, mas sem exageros.

4 – Não decida baseado somente em dados, mas também na discussão em grupo.

5 – Seja flexível – aceite as mudanças que podem ocorrer.

6 – Seja generoso quando perceber que os argumentos de outros têm mais fundamentos.

7 – Inicie um comentário sempre com um aspecto positivo – isto favorecerá a cooperação.

8 - Exponha francamente sua opinião quando sentir que algo está errado – fale com os envolvidos sobre a questão, não tenha receio.

9 – Ouça com empatia, com atenção e por inteiro todas as conversas.

10 – Arrisque-se a parecer o imperfeito – admitir que não sabe tudo é um bom caminho para a eficiência.

(retirado do texto: Aumentando sua Inteligência Emocional, de Jeanne Segal, Editora Rocco).

Inteligência Emocional no trabalho

Em toda organização onde pessoas trabalham e convivem juntas, existe a necessidade de um ambiente que proporcione condições adequadas para o trabalho em equipe. A cooperação é de extrema importância para que se alcance maior eficiência e produtividade. O fato é que, como cada pessoa possui suas próprias características, capacidades e estilos de interação diferentes uma das outras, essa cooperação é prejudicada por conflitos resultantes das diferenças individuais. A maioria das pessoas tem dificuldade para lidar com os sentimentos dos outros e com os próprios conflitos internos. São fatores que afetam a concentração e a memória do indivíduo, levando-o a tomar decisões sem objetividade e desperdiçar energia em seu trabalho e mesmo na esfera pessoal.

Muito tem se falado sobre a Inteligência Emocional ligada ao contexto do trabalho. É verificável que essas discussões aceleraram amplamente após a expressão ter sido fortalecida no livro de Daniel Goleman, psicólogo e jornalista americano, publicado inicialmente no ano de 1995. Embora não seja o pioneiro no assunto, Goleman elaborou argumentos inovadores que põem em questão certas visões dogmáticas presentes na cultura e no conhecimento humano. De acordo com este pesquisador, “uma nova realidade competitiva impõe a utilização da Inteligência Emocional no ambiente de trabalho e no mercado”.(GOLEMAN, 2007, p.168).

Um dos entendimentos extraídos dos estudos de Goleman é que o uso das ferramentas dadas pela Inteligência Emocional permite construir bases sólidas para conquistar objetivos pessoais e profissionais. Com isso, podemos abandonar o velho paradigma de que apenas o QI de uma pessoa é o grande condutor em sua vida, ou a principal essência para o sucesso.

Baseado em pesquisas cerebrais e comportamentais, Goleman (2007) defende que o uso inteligente das emoções e a busca de um equilíbrio entre a razão (Q.I – Quociente de Inteligência) e a emoção (Q.E. – Quociente Emocional) é o que determina em grande parte o sucesso pessoal ou profissional do ser humano. Para esse autor é possível aprender e potencializar certas capacidades ligadas às nossas emoções e com isso obter ótimos resultados em termos de liderança, conflitos, negociação e vários outros aspectos dos relacionamentos interpessoais.

Outro importante ponto abordado por Goleman é o fato de que a Inteligência Emocional evolui à medida que trabalhamos e desenvolvemos nossas emoções. Isso constitui um aspecto motivador para todos que buscam melhorar sua vida pessoal e profissional.

A Inteligência Emocional pode ser em grande parte, aprendida e continuar a se desenvolver no transcorrer da vida, com as experiências que acumulamos. Nossa competência em relação à Inteligência Emocional cresce continuamente. (GOLEMAN, 2007, p.20)

Avaliando estudos sobre Inteligência Emocional, verifica-se uma variedade de técnicas que contribuem para o fortalecimento do Quociente Emocional. Trabalhando características próprias do ser humano é possível conseguir o que Goleman chama de alfabetização emocional. Alguns autores têm utilizado práticas presentes na Programação Neurolinguística (PNL) para expressar formas de se trabalhar com o Q.E. e obter melhores resultados. No próximo item deste trabalho, será abordado o que é a PNL e delimitado alguns recursos que ela pode apresentar para o desenvolvimento da Inteligência Emocional.

Portanto acredita-se que o equilíbrio psicoemocional está intimamente ligado ao sucesso profissional, principalmente dos profissionais que ocupam posições de liderança. Pretende-se com o estudo do tema, analisarem-se os benefícios práticos do uso de elementos da Inteligência Emocional, tendo como base a teoria difundida por Daniel Goleman aliada aos estudos realizados na área por outros autores.

O tema proposto é desafiador, sendo motivo de controvérsias na área empresarial. Tendo consciência deste fato, é preciso dizer que este trabalho não esgota de forma alguma o tema, mas busca através do confronto entre vários pontos de vista, meios passíveis de serem observados e verificados no cotidiano profissional de secretariado.

É constatável o aumento significativo das discussões sobre a Inteligência Emocional no trabalho. No entanto, percebe-se que a maioria dos profissionais interessados no tema ainda não levou o conceito para a vida prática. A realidade social deste começo de século XXI impõe, nos mais variados ambientes, situações de estresse aos quais as pessoas não estão conseguindo controlar, gerando uma série de frustrações e desgastes que abalam o equilíbrio emocional.

As deficiências em Inteligência Emocional nos diversos grupos de trabalho provocam um alto número de conflitos interpessoais, mau funcionamento de equipes, aumento de acidentes e situações de estresse emocional além de uma rotatividade maior de empregados. O clima organizacional é o resultado direto de todas as relações presentes no interior da organização. E as relações humanas são as do tipo mais comum. Assim, qualquer divergência entre pessoas de setores e departamentos diferentes e inclusive entre os mesmos, influencia o clima organizacional.

Com isso, pode-se concluir que, saber lidar com as emoções é tão importante para o desempenho profissional quanto às habilidades de raciocínio, também chamadas de quociente de inteligência (QI). Quanto mais indivíduos emocionalmente inteligentes a empresa possuir, maior será a sinergia no ambiente de trabalho, impulsionando mudanças positivas nos resultados.

Segundo Andreani (2007), pesquisas revelam que 87% das demissões são causadas por problemas ligados à falta de competências emocionais e apenas 13% por situações de aprendizado técnico. Percebe-se que a Inteligência Emocional tende a ser cada vez mais valorizada pelo mercado de trabalho.

Diante desse quadro, que prejudica o desempenho das organizações públicas e privadas, em termos de produtividade, eficiência e outras prioridades, uma boa parte de gestores já tomou consciência de que é necessário construir modelos investindo nos recursos humanos, e não negligenciar os aspectos humanos no trabalho. Segundo Goleman (2007), mais do que em qualquer época, características como iniciativa, empatia, capacidade de trabalho em equipe, liderança e flexibilidade são requisitos essenciais no currículo profissional e pessoal.

É nesse contexto que a aplicação da Inteligência Emocional pode gerar um grande impacto no sentido de criar resultados melhores nos relacionamentos humanos. Porém, mais do que se interessar e conhecer sobre Inteligência Emocional deve-se colocar em prática os conceitos teóricos, iniciando assim um processo muito mais efetivo. Para Moscovici (2001, p. 16) “aprender vivendo os conceitos, e não apenas ouvindo ou lendo informações a respeito, pode significar mudança marcante nos processos cognitivos e emocionais”. A autora diz que tais mudanças ficam claras quando as pessoas adotam novas formas de comportamento e outras maneiras de abordar situações interpessoais. Assim, a participação em grupo melhora e a comunicação se torna mais fácil.

A Inteligência Emocional e o Secretariado

Secretariado A área de secretariado, regulamentada há 23 anos no Brasil, tem sido a que mais cresce no mundo, segundo dados da ONU. As novas exigências do mercado globalizado fazem com que o profissional de secretariado assuma novo perfil no assessoramento das organizações, tornando-se co-gestor de informações, de mudanças, do relacionamento interpessoal, de projetos, do conhecimento e de planejamento de sua própria carreira.

Diante da realidade do secretariado no mundo moderno, fica cada vez mais claro que os profissionais mais requisitados são aqueles que desenvolvem a iniciativa, conhecem o seu papel e sua função nas organizações e estão preparados para as mudanças necessárias aos novos desafios. Para alcançar metas e objetivos o novo profissional não pode relutar em aplicar técnicas de gerenciamento do tempo, comunicação, resolução de problemas. O profissional de secretariado será constantemente cobrado nas organizações em que atua no sentido de melhorar o atendimento ao cliente, colaborar com superação de barreiras da convivência e a gerir bem as diversas circunstâncias. A capacidade para gerenciar e tomar decisões, intermediando conflitos de todos os níveis será cada vez mais valorizada no mercado.

Sabendo disso, deve-se sempre buscar a construção de atitudes saudáveis e modificar atitudes nocivas. Desta forma fluirão melhores práticas em reuniões, administração do uso do tempo, diminuição de conflitos e maior qualidade pessoal e organizacional.

Nesse contexto, na postura profissional adotada, deve-se ter objetivos de se desenvolver o senso crítico, aprimorar atitudes e comportamentos profissionais para interferir positivamente no grupo de trabalho, buscando conviver em harmonia, administrar conflitos, motivar e elevar a produtividade. O profissional de secretariado pode exercer a liderança característica de seu perfil através de atitudes, tendo postura profissional em diversas situações. Nesse processo a boa comunicação é um elemento chave. Comunicar bem melhora muito o ambiente e a produtividade. E saber ouvir e perguntar é essencial para implantar mudanças eficazes e construir uma visão de futuro no trabalho.

Todas essas variáveis implicam em abordar a competência emocional, que nada mais é que a Inteligência Emocional voltada para a prática. Para melhorar nossa competência emocional devemos desenvolver a percepção das emoções identificando-as no sentido da autoconsciência, autocontrole, compreendendo o que está por trás de um sentimento e apreender meios de lidar com emoções. Por exemplo, é preciso estar orientado sobre as várias reações psicossociais que o fenômeno do estresse acarreta, identificando as características resilientes como forma de prevenção; e aprender que a relação corpo/mente/emoções é de grande importância para a qualidade de vida do ser humano e seus relacionamentos.

Visando a Inteligência Emocional pode-se estabelecer um programa sempre buscando aprender sobre os conceitos de competência emocional, para então se conscientizar de para que servem as emoções, e desenvolver a autoconsciência e autocontrole. Assim como conhecer o estresse e as formas de lidar com ele, primando especialmente pela prevenção, objetivando uma melhor qualidade de vida pessoal e profissional.

* Benefícios práticos da Inteligência Emocional

Fica claro que o novo profissional deve aliar conhecimento técnico com o gerenciamento das emoções. Desenvolver a Inteligência Emocional pode contribuir para melhoria satisfatória de vários aspectos profissionais e pessoais. Alguns benefícios do fortalecimento da competência emocional são:

  • Ter um bom autoconhecimento, conhecer as próprias aptidões e fraquezas, sabendo qual sentimento está afetando o equilíbrio e como agir em cada situação;

  • Autoconsciência e controle dos próprios sentimentos e emoções, sabendo lidar com situações como ansiedade, tristeza e irritabilidade;

  • Fortalece o otimismo para motivar-se de maneira efetiva tendo auto-aceitação das próprias limitações, assim como motivar as outras pessoas;

  • Relacionar-se bem com as outras pessoas, comportando-se corretamente em situações de conflitos e comunicando-se de forma eficaz;

  • Empatia bem desenvolvida para lidar com sentimentos e emoções de outras pessoas de maneira eficiente;

  • Contribuição para a prática de um bom marketing pessoal (melhora significativa da imagem pessoal e profissional);

  • Conseguir colocar as emoções a serviço de uma meta ou objetivo individual ou coletivo.

* Estratégias de aprimoramento em Inteligência Emocional

Embora não seja possível afirmar com certeza a respeito da origem da inteligência humana e em vista da grande divergência de opiniões sobre o assunto, pode-se aumentar a própria inteligência aprendendo técnicas que permitem agir de forma inteligente. As ferramentas disponibilizadas pela própria mente, se usadas de forma correta, podem melhorar o desempenho em uma atividade, impondo mudanças positivas e uma melhora contínua.

Para continuar a desenvolver a Inteligência Emocional, o indivíduo necessita considerar alguns aspectos importantes. O primeiro deles é que as pessoas que possuem níveis mais elevados de Inteligência Emocional são notadamente pessoas que gostam de tentar novas coisas, que gostam de enriquecer sua visão fazendo novas conexões entre conhecimentos. O ponto é continuar aprendendo e praticando. É importante entrar em contato com pessoas que possuem habilidades emocionais desenvolvidas para descobrir como elas fizeram para chegar a tal ponto de competência, fazer perguntas sobre o que as motivou e que valores as conduziram a seu êxito.

Em um ambiente que muda rapidamente, como o atual, é essencial ter certeza das competências que levarão à conquista dos objetivos pessoais e profissionais. Qualquer que seja a mudança apresentada pelo ambiente, a resposta que o indivíduo dá a ela é que determinará os resultados. Culpar a falta de tempo, o chefe, ou a economia pelo que está acontecendo não é a melhor solução. Pois esses fatores não estão dentro do controle direto do indivíduo. O que pode ser controlado é o modo como ele responde ao ambiente. Essa resposta pode e deve ser mudada conforme necessário.

No escopo deste trabalho, não cabem descrições minuciosas e detalhadas sobre como desenvolver a Inteligência Emocional adequadamente. No entanto, as análises dos materiais pesquisados em livros, artigos, vídeos e sites na Internet, possibilitam estabelecer algumas sugestões para o profissional de secretariado buscar seu próprio desenvolvimento emocional.

No processo de aquisição de ferramentas para desenvolvimento da Inteligência Emocional é preciso estar atento para que se possa aprender a:

  • Ouvir as emoções e descobrir que mensagem elas carregam;

  • Fazer as perguntas corretas e usar diferentes soluções de percepção;

  • Usar a estratégia abrangente de criatividade para conseguir soluções necessárias;

  • Planejamento de objetivos alinhados com o que a pessoa é;

  • Gerenciar as emoções para que elas possam ajudar a alcançar objetivos;

  • Usar capacidades em contextos diversificados e modelos de excelência identificados em outras pessoas;

  • Resolver conflitos e viver de forma harmônica consigo mesmo e os outros.

A série de práticas para o aprimoramento no gerenciamento das emoções, ligados ao conhecimento técnico requerido para a profissão, pode gerar os grandes benefícios já mencionados anteriormente.

A Inteligência Emocional, segundo o autor Goleman (2007), pode ser melhorada trabalhando-se cinco habilidades básicas que são: o conhecimento das próprias emoções (autoconhecimento); o controle das próprias emoções (autocontrole); a automotivação; o reconhecimento das emoções dos outros e finalmente a arte das relações humanas.

Em relação ao autoconhecimento, o primeiro passo é utilizar-se da autoconsciência para conhecer os próprios estados interiores, preferências, recursos e intuições. A autoconsciência é formada pela percepção emocional (reconhecimento das próprias emoções), a auto-avaliação precisa (saber os próprios pontos fortes e limitações) e a autoconfiança (que é a certeza do próprio valor e capacidade). Ou seja, é ser consciente para reconhecer individualmente cada emoção e como é que ocorrem e entender também o porquê daquela emoção, além de compreender os seus efeitos (bons ou maus) sobre o comportamento. Nessa aptidão, usa-se ainda a autoavaliação, para conhecer os próprios pontos fortes e as fraquezas, aprendendo com os erros, e tentando sempre construir com base no que já tem numa tentativa de se tornar melhor.

A segunda habilidade é o gerenciamento das emoções, ou seja, aprender a lidar com os próprios estados interiores, impulsos e recursos. Isso pode ser melhorado observando os itens: autocontrole (lidar com emoções perturbadoras e impulsos), merecer confiança (manter padrões de honestidade e integridade), ser consciencioso (assumir a responsabilidade pelo desempenho pessoal), adaptabilidade (flexibilidade para lidar com mudanças) e inovação (sentir-se à vontade e aberto diante de novas idéias, enfoques e novas informações). De forma geral, gerenciar emoções, ou ter autocontrole, é resistir aos impulsos, manter a calma mesmo quando o caos prevalece, e pensar sempre de forma ponderada, quando os que rodeiam não podem.

Na terceira habilidade, a automotivação, sabe-se que existem tendências emocionais que guiam ou facilitam o alcance de metas, tais como: vontade de realização (esforçar-se para melhorar ou satisfazer um padrão de excelência), a dedicação (alinhar-se com as metas da equipe e/ou organização), iniciativa (estar pronto para agir diante das oportunidades) e otimismo ( persistência na perseguição das metas a despeito de obstáculos e reveses). Deve-se haver a compreensão que todos cometem erros, mas a melhor escolha é persistir, não importa quantas vezes se tenha fracassado, mantendo sempre a esperança que o sucesso ou felicidade podem estar próximos. É necessário ainda, possuir certa adaptabilidade, para admitir o erro quando ele existir, permanecendo flexível diante dos obstáculos, mas nunca ser demasiado teimoso quando é necessário mudar.

Outra área a ser focada no processo de desenvolvimento de Inteligência Emocional é a da empatia, que é a percepção dos sentimentos, necessidades e preocupações dos demais indivíduos. Esta habilidade se divide em: compreender os outros (ou seja, pressentir os sentimentos e perspectivas dos outros e assumir um interesse ativo por suas preocupações), orientação para o serviço (antever, reconhecer e satisfazer as necessidades dos clientes), desenvolver os outros ( pressentir as necessidades de desenvolvimento dos outros e melhorar sua habilitação), alavancamento da diversidade (cultivar oportunidades através de diferentes tipos de pessoas) e percepção política (que é identificar e ler as correntes emocionais e os relacionamentos de poder de um grupo).

A última das estratégias de aprimoramento da Inteligência Emocional é trabalhar a habilidade para lidar com as emoções das outras pessoas. Essa é uma aptidão natural para induzir nos outros as respostas desejáveis. Desta forma é preciso focar os itens: influência (implementar táticas eficazes de persuasão), comunicação (emitir mensagens claras e convincentes), liderança ( inspirar e guiar grupos e pessoas), catalisador de mudanças (iniciar ou administrar as mudanças), gerenciamento de conflitos (negociar e solucionar desacordos), formação de vínculos (estimular os relacionamentos produtivos), colaboração e cooperação (trabalhar com outros, rumo a metas compartilhadas), e a capacidade de equipe ( criar uma sinergia de equipe, buscando atingir metas coletivas). O essencial aqui é a iniciativa, dar o primeiro passo quando surge a oportunidade, nunca se retrair apenas porque não é a descrição de trabalho do profissional, pois algumas vezes será necessário flexibilizar as regras quando se trata de fazer progressos.

Links de PNL em Português

O objetivo deste post é reunir diversos links interessantes sobre PNL.

(Contém somente links em português. Em breve links em inglês!)

Caso tenha algum endereço interessante, deixe-o como comentário abaixo para que possa ser incluído nesta lista

1 – http://www.sbpnl.com.br

O site da SBPNL, tradicional na PNL no Brasil

2 – http://www.golfinho.com.br

Depois o principal portal de PNL do Brasil, parada diária obrigatória por quem se interessa pela PNL

3 – http://www.possibilidades.com.br

Site desenvolvido por Virgílio Vilella, muito bom

4 – http://www.mapasmentais.com.br

Também o site Mapas Mentais, também do Virgílio, também imperdível

5 – http://br.groups.yahoo.com/group/pnl-brasil/

O excelente grupo de discussão PNL-Brasil, no Yahoogroups

6 - http://www.pnl.med.br

O site do INAp, um Instituto de Neurolinguística Aplicada muito ativo

7 – http://malumendonca.sites.uol.com.br/

Um curso de PNL online por Malu Mendonça

8 - http://auto-hipnose.kit.net/
Um interessante site sobre auto-hipnose

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